As políticas de socialização traçadas pelo Ministério dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria estão fundamentalmente viradas para programas que visam a formação dos antigos combatentes.
O anúncio é do ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Cândido Van-Dúnem, durante uma entrevista à imprensa, a propósito da “Valorização e Integração dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria em Angola ao longo dos 40 anos de independência”.
De acordo com o dirigente, a formação conta com o apoio de outros sectores do país, como os ministérios da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, da Assistência e Reinserção Social e outros projectos privados existentes no país.
Para Cândido Van-Dúnem, o Executivo gizou no Plano Nacional de Desenvolvimento acções programáticas que além de estar atento aquilo que são as principais preocupações dos antigos combatentes, também dar-lhe oportunidade da sua integração na sociedade.
Acrescentou que o Executivo também tem ponderação no sentido de absorver, quer os antigos combatentes, quer os seus filhos para o ensino e a sua formação, com base em apoios beneficiados a partir do Ministério da Educação ou do Ensino Superior.
Em relação aos números, o governante disse que no domínio da formação e da capacitação profissional, as cifras dos últimos 10 anos rondam os cinco, sete mil antigos combatentes capacitados.
Em termos de enquadramento nas instituições académicas do país, a cifra ronda os 12 mil beneficiários, “o que pressupõe que estatisticamente estes números nos vão encorajando e permitindo que os antigos combatentes se sintam mais valorizados no âmbito da sua participação na vida da nação”, defendeu.
Angop